Programação Jundiaí


Os Três Porquinhos – O Retorno do Lobo Mau 
Sexta, 08/fevereiro às 15h - Teatro Polytheama
Perseguidos pelo Lobo Mau, os porquinhos continuam em apuros. Mas desta vez o vilão decide reformular seus planos para conseguir entrar na casinha de tijolos com a ajuda da mamãe loba! Com um texto divertido e criativo, o espetáculo “Os Três Porquinhos – O Retorno do Lobo Mau” aborda questões como o bullying e o respeito às diferenças, com os porquinhos tentando entender as atitudes do Lobo. O “vilão” revela ao trio que sofria bullying na escola quando pequeno, não tinha amigos e sentia-se muito sozinho. Além disso há momentos em que o público participa de forma ativa das cenas, com momentos engraçados e muito interativos.

Piratas do Caramba 
Sábado, 09/fevereiro ás 15h - Teatro Polytheama
Uma falida e atrapalhada tripulação pirata, que já não vive mais de batalhas e ouro, passam seus dias recolhendo lixo que encontram pelos oceanos e fantasiando antigas batalhas. Em uma manhã como outra qualquer, encontram uma misteriosa garrafa que poderá transformar suas vidas. Eis que surge um dilema! Continuar suas vidas pacatas porém seguras ou arriscar nos 7 mares em busca de aventuras, descobertas e o tão sonhado tesouro. Com muita interação, o público fará parte do cenário teatral e em alguns momentos serão responsáveis pelo destino da tripulação pirata. “Piratas do Caramba” é um espetáculo infantil, que através do humor busca passar mensagens positivas e ensinamentos para as vidas das crianças e adultos que as acompanham. A história se passa em um navio pirata, comandado pelo preguiçoso Capitão Pantufa e sua tripulação, o atrapalhado Barnabé e a aventureira Espadinha. Porém, esses piratas não vivem mais de batalhas, viagens e tesouros, ao invés disso passam os dias recolhendo os lixos que encontram no oceano. Quando Espadinha e Barnabé recolhem a rede para separar o lixo, encontram um misterioso mapa que poderá mudar o rumo de suas vidas. No entanto, o preguiçoso Capitão Pantufa, não está muito empolgado em mudara sua vida pacata e rotineira

A Princesa e a Ervilha 
Domingo, 10/fevereiro as 15h - Teatro Polytheama
Na peça, a menina Nina (interpretada por Amanda Moreira), usa sua imaginação para dar vida a seus brinquedos (interpretados pelos atores Hector Espagnoli e Dennis Zapater), e assim reinventa esta clássica história. A encenação foge do tradicional valendo-se do tom cômico, por meio das linguagens da mímica, palhaço, contação de histórias e manipulação de boneco, que são focos de estudo da Engenhosa Cia. Além disso, a montagem também está permeada pelo universo da sétima arte, através de referências a filmes em toda a trilha sonora. Os contos tradicionais e as fábulas infantis trazem em seu enredo questões que tratam das relações e valores humanos, na peça A Princesa e a Ervilha o grupo trata sobre essas questões, em especial sobre a construção do sentimento de amor, mas também sobre o encontro com as diferenças e a possibilidade de reconhecer-se em outras histórias. Além disso, a peça traz à tona reflexões sobre a importância do brincar a partir da imaginação e do faz de conta, em oposição aos excessos do uso de tecnologias atualmente.


A Noite dos Palhaços Mudos 
Quarta, 06/fevereiro as 20h - Teatro Polytheama
Adaptação do quadrinho do cartunista Laerte para o teatro, “A Noite dos Palhaços Mudos” é um dos espetáculos mais encenados do Grupo La Mínima, formada pelos atores Domingos Montagner e Fernando Sampaio. A montagem agrega um olhar sobre os trabalhos anteriores do grupo e procura extrair, a partir desta observação, a relação do palhaço com a sociedade atual. Os Palhaços Mudos são seres que habitam a cidade e dedicam-se a praticar palhaçadas. Existe uma Seita, no entanto, que os considera uma ameaça alarmante e os persegue, na tentativa de extingui-los. Numa noite de caça a dois Palhaços, conseguem capturar apenas um e na tentativa de matá-lo, conseguem apenas arrancar seu nariz. O pobre mutilado escapa, e não conseguindo suportar a vergonha ele se desespera. Surge então o segundo Palhaço Mudo, que entende o que aconteceu e arrasta-o para um ousado resgate nasal. Perseguições em meio às sombras misturam-se a truques de magia, números musicais e outros absurdos cômicos, para apresentar os conflitos entre intolerâncias contemporâneas e a lógica do palhaço, se é que ela existe. 

Trair e Coçar é só Começar 
Quinta, 07/fevereiro as 20h - Teatro Polytheama
A comédia de maior sucesso do teatro brasileiro comemora 32 anos de sucesso ininterrupto. A peça gira em torno de meras hipóteses de adultérios, geradas por equívocos e confusões provocadas pela personagem principal, a empregada Olímpia, que se aproveita da desconfiança geral entre os casais do enredo para subornar seus patrões e amigos. Vista por mais de 6 milhões de espectadores a peça traz em seu elenco atual a atriz Anastácia Custódio, no papel da famosa personagem criada por Marcos Caruso. Completa o elenco de nove atores: Carlos Mariano, Mario Pretini, Tânia Castello, Carla Pagani, Miguel Bretas, Ricardo Ciciliano, Siomara Schröder e Ernando Tiago. A direção original e concepção são de Attílio Riccó e o atual diretor é José Scavazini.

Rose, a doméstica do Brasil 
Sexta, 08/fevereiro as 20h - Teatro Polyteama
Rose é uma mulher batalhadora que ficou famosa depois que postou seu vídeo na internet. Ela agora ganha uma versão para o teatro onde relembra toda a sua história antes de ficar famosa, sua vida dura na infância, seus filhos e suas desilusões amorosas. Claro, tudo isso com muita música cantada ao vivo, sotaque nortemineiro - que é a marca registrada da personagem- além de um divertido sonho com seu ídolo Amado Batista. Rose poderia ser Maria, Joana, Helena, Cláudia e tantas outras mulheres brasileiras. Rose é o retrato da dona de casa do interior mineiro com seus conflitos e problemas típicos de mãe: filhos, marido, casa, dentre tantos outros. Rose é empregada doméstica, mas suas ideias fora do comum de sua cidade e amigos a fizeram se especializar em um tipo inusitado de faxina: começou a fazer sucesso e trabalhar apenas na casa de gays. Lindsay Paulino, intérprete da personagem, conta que o primeiro vídeo de Rose foi feito para os amigos e sem pretensão alguma de fazer sucesso. Mas a personagem foi crescendo, outros vídeos foram criados e ela se tornou muito conhecida na internet, o que refletiu em seu sucesso nos palcos e,
posteriormente, na TV.

Clímax! 
Sábado, 09/fevereiro as 20h - Teatro Polytheama
Visto por mais de 130 mil espectadores na Espanha e na Argentina, “Clímax!” é uma comédia teatral espanhola, onde diferentes histórias se encaixam como se fossem um quebra cabeça, deixando ao público decidir onde colocar cada peça. Quatro atores interpretam vários personagens em seis diferentes contos, resultando numa soma de diversos ‘‘clímax’’, entregando aos espectadores diferentes emoções: amor não correspondido, solidão, medo, luxúria, desespero, angústia, mas claro, com muito bom humor que envolve todo o espetáculo. O Clímax! é a parte mais importante de uma história que é geralmente encontrado no meio dela, mas também pode ocorrer no final. Nesta peça, encontraremos diversos ‘‘climax’’ através de uma mistura de gêneros e vicissitudes que representam seus atraentes protagonistas. A peça escrita por Alejandro Melero, estreou em 2013 em Madri, e consiste em pequenas histórias de amor e ódio entre homens e mulheres de qualquer orientação sexual, misturando temas como a inveja, a solidão ou amor não correspondido, que compõem um todo conectado como num quebra-cabeça.   O espetáculo está em sua 7ª temporada na Espanha e já foi vista por mais de 130 mil espectadores. A peça já teve montagens em outros países como Argentina e Peru. A montagem brasileira tem direção de Rafael Salmona e no elenco Bianca Almeida, Carol Goes, Amanda Anequini, Ferruccio Cornacchia e Bruno Ferian.

Putz Grill com Oscar Filho 
Domingo, 10/fevereiro as 19h - Teatro Polytheama
Prestes a completar 10 anos de apresentações do stand-up “Putz Grill...”, o humorista Oscar Filho já alcançou mais de um milhão de espectadores com o espetáculo que foi reconhecido em 2011 como o melhor show de stand-up do Brasil, pelo 10º Prêmio Jovem Brasileiro. Vida pessoal e fatos do cotidiano fazem parte do repertório do show, porém com uma pitada do sarcástico ponto de vista de Oscar Filho. Valendo-se de seu talento como ator, mímico e com um trabalho de corpo marcante, ele vem garantido a gargalhada da plateia - o motor para a longevidade do espetáculo.


Workshop Introdução a Comédia Física 
Sexta, 08/fevereiro das 09h às 13h - Ateliê Casarão
O Objetivo deste workshop, que tem como público alvo atores, bailarinos e estudantes de teatro e artes, é ampliar o repertório de gesto e crítico do atuador/a por meio de exercícios e jogos de improviso da comicidade física. Atriz, comediante e diretora artística Dani Biancardi dedica-se à pesquisa do teatro cômico e gestual há 20 anos. É considerada uma das maiores referências em humor , improviso e comédia física do país, com passagens por escolas na França, Itália e Irlanda.  Foi a primeira brasileira convidada para a expedição da África do Sul e Lesotho pelo Projeto Palhaços Sem Fronteiras (EUA), como orientadora teatral e palhaça. Vencedora do Prêmio Claudia da Editora Abril por todo seu conjunto de ações artísticas e culturais [Destaque a sua atuação como cômica e improvisadora] foi preparadora de elenco de grupos e atores reconhecidos como  Luiza Tomé, Mel Lisboa, Daniele Valente, Catarina Abdala, Flavia Guedes, Julio Oliveira , Oscar Magrini e Leona Cavalli. Foi assistente de direção do espetáculo “Vendo Gritos e Palavras”, solo da atriz Denise Stoklos. Faz parte do elenco de um dos espetáculos da Cia São Jorge de Variedades viajando por mais de trinta cidades dentro e fora do Estado. É uma das Formadoras do curso de Humor da SP Escola de Teatro desde 2010, ao lado de Raul Barreto. Atualmente finaliza seu solo cômico [mímica e improviso] sob orientação de Denise Stoklos.

Oficina de Improviso Teatral 
Sábado e domingo, 09 e 10/fevereiro das 9h às 18h
A OFICNA DE IMPROVISO TEATRAL, ministrada por Ian Soffredini, tem o objetivo de apresentar os princípios fundamentais da improvisação teatral: a capacidade de aceitação dos estímulos em cena, disponibilidade em cena e uma atitude positiva frente às propostas e oportunidades apresentadas no jogo teatral. O estado de prontidão demanda espontaneidade para lidar com o imprevisto. A oficina apresentará elementos da construção cênica (a personagem, o espaço, a história) junto com os princípios básicos da improvisação teatral, como aceitação, escuta, atenção e generosidade. Os participantes serão convidados experimentar uma nova forma de criação artística, onde desempenharão os papéis de ator, diretor e roteirista ao mesmo tempo, em cena. Esta oficina dá enfoque para a construção de personagens, lugares e objeto imaginários, além de pincelar o princípio das estruturas dramatúrgicas, elementos essenciais para uma boa cena improvisada. Usando exercícios, jogos e protocolos, os participantes aprenderão como se colocar numa cena improvisada explorando status, motivação e a relação com o outro. As habilidades adquiridas nesta oficina são aplicáveis para todos os tipos de desafios presentes no ofício do ator, sejam eles roteirizados ou não. Saber se virar sem um script é indispensável não somente para ensaios, mas também para testes e performances na tela e nos palcos.